Putz! Plantão Unificado de Tecnologia e Zoeira

Guitarra que afina sozinha ;)

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Antes de falarmos sobre os incríveis recursos desse instrumento, vamos dar uma olhada em seus aspectos gerais. À primeira vista, a Robot parece uma Les Paul convencional – apesar de seu acabamento em dégradé azul/prata e da escala de ébano. Abaixo da pintura, há um corpo de mogno com câmaras que contribui para o peso bastante conveniente de 3,8 kg. A guitarra do teste chegou com uma regulagem incrível, equipada com cordas .010 e ação médio-baixa que nos leva a tocar alto e forte. Os trastes são suaves e muito confortáveis.gibson_robot_guitar_tech

Plugada, ela apresenta o som de uma Les Paul, ou seja, fantástico. Não há nenhuma surpresa até aqui: a guitarra possui sonoridade grandiosa e clara em qualquer amplificador. Timbres limpos são cheios e ricos e os distorcidos possuem o ataque e o punch que se espera de uma Les Paul. Gostei especialmente da maneira como os captadores se balanceiam, com o da ponte sendo um pouco mais atraente para solos.

Uma inspeção mais precisa mostra que essa guitarra não se trata da Les Paul de seu avô. A principal indicação são as tarraxas de liga de metal.gibson-robot-guitar-lg11

ESPECIFICAÇÕES
• Nut de 1 11/16”
• Braço de mogno com shape das Gibson dos anos 50
• Escala de 24¾”
• 22 trastes jumbo médio
• Corpo (com câmaras) de mogno; top de maple
• Captadores: Gibson 498T Alnico V (ponte) e 490R Alnico II (braço)
• Dois controles de volume, dois botões de tonalidade (potenciômetro push/pull no controle de tonalidade do pickup da ponte aciona o sistema Tronical de afinação); seletor de pickups de três posições
• Ponte do tipo Tune-o-matic com saddles piezo individuais que transmitem a informação de afinação
• Tarraxas Powerhead de liga de metal com acabamento acetinado; motores acoplados.
• Encordoamento de fábrica: Gibson .010-.048
• Peso: 3,8 kg

Fonte: Revista Guitar Player

Vitor Macgyver diz: Bom, convenhamos que ficar afinando o instrumento é uma coisa as vezes muito chata, mas, sei lá… Onde isso vai parar em? (hehehe) Como se os afinadores digitais não fossem uma “afronta” a afinar de ouvido, agora uma guitarra se auto-afina, vamos esperar pois, eu não duvido nada que logo logo vão fazer uma guitarra que troca as cordas por conta propria, que auto-regula sua ponte e por que não tocar sozinha né? Ninguem mais vai ter de perder tempo aprendendo LOL!! (zoeira galera) De fato é uma invenção um tanto quanto audaciosa e talvez “revolucionária”, Parabéns a Gibson pelo feito. É isso ai!!

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11/08/2009 Posted by | Música, Tecnologia | 1 Comentário

Guitarra USB

Quem é guitarrista provavelmente já sofreu tentando plugar o instrumento direto à entrada de som do PC ou Mac para gravar riffs e solos. Enquanto as guitarras USB não se tornam padrão da indústria, já é possível deixar os pedais na mochila e transformar o micro em uma verdadeira pedaleira, com efeitos como distorção, noise gate, reverb e delay.

O responsável pela façanha é o JamLab, da M-Audio, espécie de placa de som externa que capta o som da guitarra e leva-o direto a programas de gravação como Pro Tools ou Sound Forge, ou seqüenciadores MIDI como o Cubase.

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A instalação é simples, basta seguir o assistente que vem no CD do JamLab e pronto. O equipamento, menor e mais leve que os clássicos pedais de guitarra, tem uma entrada para o instrumento e uma saída para fones de ouvido. Inclusive, esta é uma confusão que pode acontecer nas primeiras vezes que você o usa: quando plugado à porta USB, o JamLab “rouba” o som de sua placa de som, e suas caixinhas precisarão ser conectadas à saída de som do aparelho.

Além da instalação dos drivers, o CD também vem com o programa GT Player Express, que transforma o PC em pedaleira —a versão que acompanha o JamLab, limitada, só tem efeitos de equalização, chorus, noise gate e reverb, além da distorção. O soft também permite fazer combinações com loops de bateria, variações de timbres e efeitos de pedais, além de fazer playback de músicas para você solar. Dá para tocar virtualmente junto com a banda que mais gosta ou em cima de bases feitas anteriormente, por ele, ou por terceiros.

E este é realmente o grande barato do aparelho. Conte com ele como um “assistente de ensaio” —nos testes do UOL Tecnologia, apesar de o JamLab eliminar boa parte da latência na gravação de áudio em softs como o Cubase, seu companheiro GT Player Express não substitui aquele seu velho pedal de distorção analógica da Boss, seu Pod ou mesmo sua pedaleira da Zoom. Todos têm efeitos mais convincentes e encorpados, ainda mais os que simulam amplificadores.

Para funcionar em PCs, o JamLab exige no mínimo Windows XP, processador Pentium 3 ou equivalente e 256 MB de memória RAM. No Mac, exige Mac OS X, processador G4 e 256 MB de RAM, no mínimo. O aparelho custa R$ 251 e está disponível nas principais lojas de música do país. Mais informações em www.quanta.com.br.

Fonte: Uol Tecnologia

07/08/2009 Posted by | Música, Tecnologia | 2 Comentários