Putz! Plantão Unificado de Tecnologia e Zoeira

Albuns Para Escutar de Cabo a Rabo #1

Hello, Cosmic Brothers!

Estou começando hoje esta nova série, a “Albuns para se escutar de cabo a rabo”, dedicada a aqueles discos que não tem jeito. Você tem que escutar da primeira a última faixa, e todas tem uma qualidade acima do normal!

Para começar, o álbum escolhido é o Lights and Sounds, da banda americana de punk rock Yellowcard!

lights-and-sounds

Antes, de falarmos sobre o álbum em si, um pouco de história. O Yellowcard é uma banda de Jacksonville, na flórida, que iniciou suas atividades em 1997. Quando ela começou a aparecer na mídia, em 2003, ela já era no mínimo interessante: o som era bem pop-punk, que estava muito em voga na época. Mas em meio a tantas coisas ruins, o Yellowcard já tinha lá os seus diferenciais. Pra começar, Longineu Parsons III (que nome de aristocrata…), o baterista, era conhecido na cena musical de sua região por ser baterista de algumas bandas de jazz (e abre aspas, o cara é um ótimo baterista…). Além disso, Sean Mackin, subia ao palco portando seu violino. Isso mesmo, você não leu errado, um VIOLINO, que fazia as vezes de uma terceira guitarra. Por mais estranha e improvável que possa parecer essa combinação de pop-punk+baterista de jazz+violinista até que dava certo. Esse foi o mote do álbum Ocean Avenue, de 2003. Mas ainda assim, o Yellowcard tinha tudo pra arrebanhar alguns fãs, que os seguiriam cegamente seja lá por onde fossem, e sumisse da mídia e dos grandes shows, se mantendo semi-viva, assim como ocorreu com várias bandas dessa época.

Mas, eis que em 2006, a banda lança esse álbum, que os levou a outro nível, o já citado Lights and Sounds!

O Lights and sounds levou a banda a outro nível, como já disse, pois fugiu do pop-punk alegrinho do álbum anterior, que os tornou relativamente conhecidos. Nesse álbum, eles mostraram quem eram de verdade. O álbum é bem mais denso, mais pesado, com uma atmosfera mais “pra baixo”, se é que se pode dizer assim. As guitarras estão mais encorpadas, o violino deixou de atuar como uma terceira guitarra, e entrou com harmonias belíssimas, e o nosso amigo batera de jazz, tá tocando mais do que nunca.

O álbum abre com “Three Flights Up”, uma pequena introdução instrumental, com piano e violino, que vai aumentando, aumentando, até cair no riff da próxima música, a ótima “Lights and Sounds” (que virou single, e foi o carro-chefe das vendas do álbum), que é mais agitada, lembrando algumas coisas do álbum anterior, mas bem mais sombrio. Todas as músicas são ótimas, e vão levando o cd muito bem, de forma que você realmente escuta ele de cabo a rabo. Vale destacar algumas músicas, como “City of Devils”, que mostra porque o violino é indispensável no Yellowcard. “Two weeks for twenty” é a menos boa, mas ainda assim não é nada que atrapalhe o brilho deste álbum. “Words, Hands, Hearts” tem a melodia e a letra mais bonitas do álbum, e “How I Go” é lindíssima, com uma orquestração muito bacana, e com a participação da mocinha do Dixie Chicks (que agora esqueci o nome… perdão mocinha do dixie chicks…), que tem uma bela voz! Para finalizar, o álbum fecha com “Holly Wood Died”, que é uma ótima música, e no fim dela, você vai percebendo o riff de “Three Filghts Up” que abriu o álbum, aumentando vagarosamente, até o álbum terminar como começou… com o piano e o violino, que fecham maravilhosamente bem esta obra-prima!

Faixas:
(O álbum é para escutar do início ao fim, mas para os preguiçosos, ou os que só querem conhecer mais, as melhores músicas estão em negrito)

  1. “Three Flights Up” (Key, Mosely, Mackin) – 1:23
  2. “Lights and Sounds” – 3:28
  3. Down on My Head” (Key, Mosely) – 3:32
  4. “Sure Thing Falling” – 3:42
  5. City of Devils” – 4:23
  6. “Rough Landing, Holly” – 3:33
  7. “Two Weeks from Twenty” (Key, Mosely) – 4:18
  8. “Waiting Game” – 4:15
  9. “Martin Sheen or JFK” – 3:47
  10. “Space Travel” (Key, Mosely) – 3:47
  11. “Grey” – 3:00
  12. Words, Hands, Hearts” – 4:24
  13. “How I Go” (Key, Mosely) – 4:32
  14. “Holly Wood Died” – 4:39

Ah, e para fechar, segue o link no youtube do clipe de “Rough Landing, Holly”, que é muitíssimo bem feito: http://www.youtube.com/watch?v=6DRh1EyvPHw

E galera, não se esqueçam de comentar, e aguardem mais posts desta série e de outras em breve!

Anúncios

07/08/2009 Posted by | Música | 3 Comentários

Guitarra USB

Quem é guitarrista provavelmente já sofreu tentando plugar o instrumento direto à entrada de som do PC ou Mac para gravar riffs e solos. Enquanto as guitarras USB não se tornam padrão da indústria, já é possível deixar os pedais na mochila e transformar o micro em uma verdadeira pedaleira, com efeitos como distorção, noise gate, reverb e delay.

O responsável pela façanha é o JamLab, da M-Audio, espécie de placa de som externa que capta o som da guitarra e leva-o direto a programas de gravação como Pro Tools ou Sound Forge, ou seqüenciadores MIDI como o Cubase.

guitar1

A instalação é simples, basta seguir o assistente que vem no CD do JamLab e pronto. O equipamento, menor e mais leve que os clássicos pedais de guitarra, tem uma entrada para o instrumento e uma saída para fones de ouvido. Inclusive, esta é uma confusão que pode acontecer nas primeiras vezes que você o usa: quando plugado à porta USB, o JamLab “rouba” o som de sua placa de som, e suas caixinhas precisarão ser conectadas à saída de som do aparelho.

Além da instalação dos drivers, o CD também vem com o programa GT Player Express, que transforma o PC em pedaleira —a versão que acompanha o JamLab, limitada, só tem efeitos de equalização, chorus, noise gate e reverb, além da distorção. O soft também permite fazer combinações com loops de bateria, variações de timbres e efeitos de pedais, além de fazer playback de músicas para você solar. Dá para tocar virtualmente junto com a banda que mais gosta ou em cima de bases feitas anteriormente, por ele, ou por terceiros.

E este é realmente o grande barato do aparelho. Conte com ele como um “assistente de ensaio” —nos testes do UOL Tecnologia, apesar de o JamLab eliminar boa parte da latência na gravação de áudio em softs como o Cubase, seu companheiro GT Player Express não substitui aquele seu velho pedal de distorção analógica da Boss, seu Pod ou mesmo sua pedaleira da Zoom. Todos têm efeitos mais convincentes e encorpados, ainda mais os que simulam amplificadores.

Para funcionar em PCs, o JamLab exige no mínimo Windows XP, processador Pentium 3 ou equivalente e 256 MB de memória RAM. No Mac, exige Mac OS X, processador G4 e 256 MB de RAM, no mínimo. O aparelho custa R$ 251 e está disponível nas principais lojas de música do país. Mais informações em www.quanta.com.br.

Fonte: Uol Tecnologia

07/08/2009 Posted by | Música, Tecnologia | 2 Comentários

OLED: O Futuro da sua Telinha


Fino o suficiente para você? Gostou das cores? e do ângulo de visão? Nice Japa! É um prototipo da Panasonic de 37 polegadas.

Telas  LCD estão em alta. Dá uma olhada no folheto das Casas Bahia se quiser confirmar. Finalmente estão barateando, mas como no mundo da tecnologia quem ficar parado o divino pega, a próxima tecnologia já está por aí. OLED (Organic Light Emitting Diode), também chamado de LEP (Light Emitting Polymer) é  um diodo emissor de luz (os populares LED – Light Emitting Diode, as tais luzinhas piscantes  aí na frente do seu PC e de quase tudo eletrônico) onde a camada emissora de luz é composta por um filme de componentes orgânicos. São depositados em linhas e colunas por um processo simples de “impressão”, como uma impressora jato de tinta.  A matriz resultante de pixels pode emitir luz de diferente cores.

Protótipo da Modistech

Uma vantagem grande sobre o LCD é que as telas de OLED não precisam de luz de fundo (backlight) para funcionar, já que cada pixel emite sua própria luz.  Assim economizam energia, podem ser muito mais finos, tem maior quantidade de cores, maior brilho, contraste e ângulo de visão. Os pixels do OLED também produzem preto de verdade, sendo desligados. Já no LCD ainda há gasto de energia, por que os pixels apenas bloqueiam a luz do backlight.

MacBook Pro 17 Unibody, lindão. Uma tela LCD comum e…

…aqui você pode ver os ãngulos de visão “normais” e meia boca do LCD

O processo totalmente diferente de produção dá muitas vantagens sobre o LCD também, visto que o OLED pode ser imprimido sobre qualquer base desejável usando uma impressora de tinta especial, podendo ser mais barato do que o LCD ou plasma (mas ainda estão meio longe da palavra “barato”, bem longe).  A impressão abre caminho também para telas flexíveis ou em tecidos

Um protótipo com tela flexível, o diário desenhado por Hermes Contre-Temps

A resposta do OLED também é mais rápida do que do LCD.  Enquanto os LCD’s mais rápidos possuem tempo de resposta de 2 ms, OLED pode ter menos de 0.01 ms. Isso ajuda em games e filmes.

O baixo tempo de vida útil dos materiais orgânicos é o maior defeito do OLED.  Os pixels azuis tem vida útil de aproximadamente 14 mil horas (5 anos e 8 dias) quando usado em displays finos. No LCD a vida útil gira  em torno de 60 mil horas. A estudos da Panasonic e da Toshiba para duplicar a vida útil do OLED colocando uma membrana de metal que ajuda a levar luz para camada de polímeros no substrato através da camada de vidro com mais eficiência do que os OLED’s comuns. O resultado é a  mesma qualidade de imagem, porém lá se vai metade do brilho….


Quero ver fazer isso com um LCD

A água pode danificar ou destruir os materiais orgânicos. Logo, sistemas avançados de selagem são importantes para fabricação e pode limitar a vida útil de telas flexíveis, a maior promessa do OLED.
Em outubro de 2008 a Samsung revelou a maior televisão OLED, com 40 polegadas full HD e contraste de 1.000.000:1. A Samsung disse que  40 polegadas é o maior tamanho possível. Hoje não dá pra fazer uma tela de mais de 20 polegadas sem ter um valor exagerado. Sendo exagerado logo após de absurdo, que é o preoço da primeira TV OLED, logo abaixo.

Sony XEL-1, a primeira TV OLED vendida

A Sony apresentou a sua televisão OLED TV XEL-1, com apenas 3 mm de espessura (e tem gente feliz com a sua CRT de 50…centímetros, como eu), 11 polegadas e resolução 960×450 pixels. Contraste de 1.000.000:1 em cores vibrantes e HDMI. 1220 Euros, no Japão. Compro um carro com isso. Na verdade mais de um (já viu o preço dum chevettinho???).

Nokia N86. Um N95 Versão 4.0

A Nokia utiliza tela OLED em alguns modelos desde o segundo semestre de 2007. O último lançado foi o Nokia N86, um celular paulera com câmera de 8 megapixel (não interpolados tá? Pessoal do MP9) com flash duplo LED, 8 GB de memória (mas ainda com slot para cartão, tá? Pessoal do N95 8 GB. Nesse slot dá pra colocar cartões microSD de 16 GB, totalizando 24 GB), GPS (bom. Não semi inútil, pessoal do iPhone). Ah, ele também tem tela OLED. Uma tela 2.6 polegadas 240×320 pixels (ok, pessoal do iPhone, tripudiem, resolução não lhes falta) que pode mostrar 16 milhões de cores. Wi-Fi, microUSB e transmissor FM e plug de áudio 3.5 mm fecham o pacote conectividade.

Se eu fosse fazer um papel de parede OLED, escolheria uma estampa mais doida

A Toshiba está trabalhando num painel OLED que serviria como papel de parede. Imagine as possibilidades de ambientação que poderiam ser feitas? Caraca…Todo Home Theater devia ter um desses.

Fontes: Wkipedia, Hitech Live, NotebookCheck

07/08/2009 Posted by | Tecnologia | 1 Comentário

Primeiro Post! De Novo!

Hello, Cosmic Brothers!

Sejam bem vindos de novo a mais uma tentativa de blog! Dessa vez mais organizado e cheio de novidades bacanas para todos vocês!

Primeira novidade: COMENTÁRIOS! Usem e abusem! Comentem até cansar!

Aqui você vai encontrar de tudo um pouco! Música, Tecnologia, Jogos, entre outras coisas que povoam nosso pequeno grande universo!

Aguardem a grande novidade!

07/08/2009 Posted by | Começando | Deixe um comentário