Putz! Plantão Unificado de Tecnologia e Zoeira

Novo Blog

www.maserate.wordpress.com é o novo blog que estou criando sozinho. Como sou o único desocupado que não tá fazendo faculdade e ralando ao mesmo tempo do grupo (dedico meu tempo a ralar…viajando. Maranhão manda lembranças…) acabo sendo o único a postar algo. Estou nesse momento sem nenhum contato com o resto do pessoal. Como dá um desânimo blogar sozinho num site em conjunto e a distância física é complexa pacas eu me senti tentado a criar finalmente um blog solo, que se ficar parado é somente culpa minha. Vou repostar os posts sobre tecnologia escritos aqui e no Coelho de Tróia e criar novos nesse novo blog enquanto espero meus parceiros ficaram livres para o nosso projeto, o Duke Nukem Forever, cof, cof, digo, PodCast!

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18/04/2010 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

Vende-se e Compra-se

Repostando uma imagem que publiquei no Coelho de Tróia. Apenas Coincidência?

14/11/2009 Posted by | Humor | , , , | 4 Comentários

MP-[alguma coisa]

Estou preparando uma série de posts sobre os celulares ching-lings que agente tropeça por aeh.[editado: por enquanto fica por esse mesmo…se aparecer mais informações relevantes eu posto] Ouço tanto reclamações sobre aparelhos pitorescos quanto gente pedindo conselho para gastar seu suado dinheirinho nessas bombas. Enquanto levanto mais dados e traduzo para algo inteligível para pessoas com vida social irei postar algumas considerações para vocês terem uma noção do que se encontra por aí.

vaic-t1100

Comecemos como exemplo citando este maravilhoso Vaic T1100 (imitação da marca Vaio, da Sony, por R$ 345,00 + frete no Mercado Livre) que imita “levemente” (leia descaradamente) o Sony Ericsson C905. Essa maravilha tecnológica chinesa tem duas câmeras de 12.1 megapixels interpolados. O vendedor foi honesto ao citar o “interpolados” pois a maioria esquece. Por interpolados entenda VGA (0,3 megapixel) esticado até 12.1, com qualidade equivalente a VGA mesmo! Quase todos os MP-[alguma coisa] tem câmera VGA, que já estão passadas e relegadas a modelos simples entre os celulares não xing-lings. Teoricamente podem existir em modelos mais recentes (que se não me engano chamam de MP-12)  câmeras de até 3 megapixel, mas detalhe: “podem”, não necessariamente existem, porque não se esqueçam, o foco desses aparelhos é serem baratos de fabricar, não serem bons ou durarem ou essas “coisas bobas”. Não é à toa que eles usam câmera com sensor de webcam e processador de DVD player. Se você tem um MP-[alguma coisa] com câmera de 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 ou mais megapixels, tenho uma má notícia para você…Ele não tem isso. Provavelmente não tem mais de 0,3 megapixes. Você foi enganado meu caro.

Então por que comprar? Eles são baratos. Por isso o pessoal compra. Por isso também eu fiz uma pesquisa de 30 segundos no Buscapé por celulares (de verdade) GSM com câmera de pelo menos 2 megapixels e desbloqueados, entre outras coisas. O resultado está aqui, com os preços nas mesma faixa dos MP-[alguma coisa] e em lojas selecionadas pelo Buscapé. Se tivesse procurado no Mercado Livre (arriscando um pouquinho só) encontraria preços menores.

Visualmente os MP-[alguma coisa] não são tão parecidos com seus objetos de cópia, por isso há vendedores que usam fotos de modelos legítimos na hora de vender seus ching-lings. Cuidado com isso também.

Concluindo, por uma economia pequena ou inexistente tem gente comprando celulares com pouca chance de estarem funcionando daqui a seis meses e com aparência/funções/especificações/software falsos. Simples. E olha que só falei da câmera! Nem falei do resto, que sinceramente, está no mesmo nível. Sinto me triste por nosso mercado estar regredindo tanto. Um dia os chineses estarão fabricando produtos mais confiáveis. Vários países já passaram pela mesma fase, mas por hora, seja esperto e não corra o risco de jogar seu dinheiro fora. Alguém só é enganado quando acha que vai sair ganhando.

07/10/2009 Posted by | Tecnologia | 1 Comentário

O (provável) Papel do Futuro: E-paper

LG.Philips_LCD_E_E_Ink_Flex_Tablet_Display

Eletronic paper, e-ink ou e-paper, é uma tecnologia de display desenhada para imitar a aparência de um papel comum e gastar o mínimo de energia possível. A idéia é criar leitores de livros eletrônicos que não cansem os olhos e que funcionem por horas a fio sem retornos constantes a tomada para recarregar.

O papel comum reflete a luz natural para ser visível. Uma tela de LCD, O-LED ou CRT além de emitir sua própria luz ainda precisa atualizar a tela constantemente e gasta energia mantendo a imagem. O e-paper reflete a luz natural assim como o papel, mas com um contraste muito melhor do que aqueles LCDs de relógios e do seus games de mão antigos (economizando ao não usar a luz de fundo, o backlight, comum em LCDs), a sua imagem não precisa de ser atualizada constantemente (economizando energia e muito equipamento necessário para a tarefa) e ainda por cima simplesmente NÃO GASTA ENERGIA PARA MANTER A IMAGEM!!!! Enquanto você não mudar de página no livro, ele simplesmente não gastará energia com a tela! Só há gasto de energia ao mudar a tela, e a menos que você seja algum tipo de ciborgue/robô/gênio hollywoodiano, você vai passar mais tempo lendo a página do que virando ela, né. Agora, vamos ver qual é o princípio de funcionamento.

epaper

O tipo mais comumente usado em e-book readers e em alguns celulares econômicos é o Eletrophoretic Display. Ele forma imagens visíveis rearranjando partículas de pigmento carregadas eletricamente usando um campo elétrico. Sendo menos resumido, partículas de pigmento brancas e pretas de cargas elétricas diferentes de aproximadamente um micrômetro (milionésimo de metro) de diâmetro são dispersado em óleo tingido de preto entre duas placas condutivas paralelas com distância entre si de 10 a 100 micrômetros. Quando um campo elétrico é aplicado, as partículas irão migrar (o fenômeno “eletroforese”) para a placa com carga oposta a das partículas. Quando as partículas brancas estão na frente do display, ele ficará branco. Quando as partículas pretas estiverem na parte da frente, ele ficará preto. Dividindo o eletrodo em pequenos elementos uma imagem poderá ser formada aplicando a voltagem apropriada em cada região. Abaixo uma imagem de um e-paper ampliado onde é possível ver as “células” que formam cada pixel.

example_shperes

Como visto, o e-paper explicado é em preto e branco, mas existem versões coloridas também, assim como outras maneiras pouco diferentes e conseguir esse mesmo resultado.

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Você pode encontrar o e-paper no Amazon Kindle DX, o mais conhecido (por que não dizer bem sucedido) e-book reader no mercado. O Kindle DX já é a terceira geração do aparelhinho, que prima pelas qualidades mas assusta pelo preço.

Tem uma tela e-paper de 9,7 polegadas, com 16 escalas de cinza e resolução de 1200×824 pixels. O aparelho tem apenas 1/3 de polegada de espessura, lembrando que uma polegada são 2,54 cm. A memória é de 4 GB (3,3 GB livres), suficientes para aproximadamente 3500 livros digitais, que são baixados vai 3G (a Amazon paga a conta da transmissão de dados, nos EUA, claro). Bateria para 4 dias, 2 semanas com o 3G desligado.

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Na parte do software, ele pode rotacionar a imagem para leitura horizontal, tem dicionário (em inglês), consegue ler PDF, TXT e MP3 (mais HTML, DOC, RTF, JPEG, GIF, PNG e BMP através de conversão) entre outros. Pode também variar o tamanho das letras em 6 níveis, marcar texto, converter texto em voz, etc.

Há coisa de 350 mil livros digitais a venda na Amazon, com grande maioria saindo a US$ 9,99. Também é possível assinar jornais e revistas e seguir blogs atravéz dele, assim como pesquisar na Wikipedia e Google através de um navegador web simples. Mas agora segurem-se que lá vem bomba: 489 doletas… lá nos EUA. Há também uma versão mais antiga e com tela menor, de 6 polegadas, o Kindle (sem o DX). Custa a quantia não-tão-salgada-mais-ainda-cara de US$ 299,00. Tem menos funções, mas nem tanto.

esquire2

Em outubro de 2008 a revista americana Esquire pôs uma tela e-paper na sua capa. Veja o vídeo abaixo, afinal, o século 21 começa agora.

Fontes: Wikipedia, Amazon.con, Google (!)

25/09/2009 Posted by | Tecnologia | 1 Comentário

Guitarra que afina sozinha ;)

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Antes de falarmos sobre os incríveis recursos desse instrumento, vamos dar uma olhada em seus aspectos gerais. À primeira vista, a Robot parece uma Les Paul convencional – apesar de seu acabamento em dégradé azul/prata e da escala de ébano. Abaixo da pintura, há um corpo de mogno com câmaras que contribui para o peso bastante conveniente de 3,8 kg. A guitarra do teste chegou com uma regulagem incrível, equipada com cordas .010 e ação médio-baixa que nos leva a tocar alto e forte. Os trastes são suaves e muito confortáveis.gibson_robot_guitar_tech

Plugada, ela apresenta o som de uma Les Paul, ou seja, fantástico. Não há nenhuma surpresa até aqui: a guitarra possui sonoridade grandiosa e clara em qualquer amplificador. Timbres limpos são cheios e ricos e os distorcidos possuem o ataque e o punch que se espera de uma Les Paul. Gostei especialmente da maneira como os captadores se balanceiam, com o da ponte sendo um pouco mais atraente para solos.

Uma inspeção mais precisa mostra que essa guitarra não se trata da Les Paul de seu avô. A principal indicação são as tarraxas de liga de metal.gibson-robot-guitar-lg11

ESPECIFICAÇÕES
• Nut de 1 11/16”
• Braço de mogno com shape das Gibson dos anos 50
• Escala de 24¾”
• 22 trastes jumbo médio
• Corpo (com câmaras) de mogno; top de maple
• Captadores: Gibson 498T Alnico V (ponte) e 490R Alnico II (braço)
• Dois controles de volume, dois botões de tonalidade (potenciômetro push/pull no controle de tonalidade do pickup da ponte aciona o sistema Tronical de afinação); seletor de pickups de três posições
• Ponte do tipo Tune-o-matic com saddles piezo individuais que transmitem a informação de afinação
• Tarraxas Powerhead de liga de metal com acabamento acetinado; motores acoplados.
• Encordoamento de fábrica: Gibson .010-.048
• Peso: 3,8 kg

Fonte: Revista Guitar Player

Vitor Macgyver diz: Bom, convenhamos que ficar afinando o instrumento é uma coisa as vezes muito chata, mas, sei lá… Onde isso vai parar em? (hehehe) Como se os afinadores digitais não fossem uma “afronta” a afinar de ouvido, agora uma guitarra se auto-afina, vamos esperar pois, eu não duvido nada que logo logo vão fazer uma guitarra que troca as cordas por conta propria, que auto-regula sua ponte e por que não tocar sozinha né? Ninguem mais vai ter de perder tempo aprendendo LOL!! (zoeira galera) De fato é uma invenção um tanto quanto audaciosa e talvez “revolucionária”, Parabéns a Gibson pelo feito. É isso ai!!

11/08/2009 Posted by | Música, Tecnologia | 1 Comentário

Zune HD

zune hd frente perfil
A nova versão do player de áudio da Microsoft tem criado rebuliço. O Zune, que sempre foi fadado a ser um bom aparelho mas não ser o iPod, anda arrancando suspiros desde que a Microsoft divulgou suas especificações, que são, com o perdão da palavra, porretas.

A começar pela tela. Uma maravilha multitouch OLED de 3.3 polegadas com resolução 480×272 (16:9). E para encher ela ele usa a plataforma nVídia Tegra e sistema operacional Windows Mobile CE bem modificado.

A Tegra é um sistema com um único chip que engloba processador, processador gráfico poderoso, memória…tudo. O processador é ARM, igual a de celulares mais avançados, que são ótimos em balancear performance com um consumo baixíssimo de energia. Suporta execução de vídeos em alta resolução (HD 720p) e por isso o Zune HD tem uma saída HDMI que permite assistir vídeos em alta resolução numa TV ou monitor. A Demonstração do nVídia Tegra você encontra abaixo. Incrível.

Haverá opções de 4, 8, 16 e 32 GB de armazenamento. Radio HD e Wi-fi completam o pacote.

Como a recente moda das lojinhas online está bombando, não podia faltar a dele. E com esperteza a Microsoft resolveu integrar o Zune HD ao Xbox Live Marketplace, para venda de conteúdo on demand. O serviço será renomeado para Zune Marketplace.

zune hd preto

Com essa integração a Microsoft colocou muitos clientes sobre esse nome e a loja será mais do que relevante. Existe a chance da Microsoft aproveitar o potencial gráfico do Zune HD (graças a nVídia Tegra) e vender jogos pelo Zune Marketplace. Seria uma jogada de mestre, e perder tal oportunidade com a faca e o queijo na mão seria ridículo.

O Zune HD deve ser lançado nos EUA em setembro, chegando a alguns países europeus até o fim do ano. O suporte ao Zune passa a ser integral na Inglaterra, França, Itália, Alemanha, e Espanha.

Abaixo segue um vídeo do Zune HD “hands on”, ou seja, com comentários sobre o uso de alguém que está com o aparelho em mãos, não lendo notícias…como  eu.

Creio que com esse aparelho a Microsoft pode revolucionar o mercado, claro, se souber aproveitar bem suas capacidades. Existem rumores de que a Microsoft pretende fazer um “Zune Phone”. Talvez se o Zune HD der certo estaremos vendo um novo celular revolucionário, ou pelo menos, no mesmo nível do iPhone. A velha batalha Mac x PC em novos campos!

Atualização: De acordo com o BestBuy, o lançamento do Zune HD será no dia 8 de setembro nos EUA, e os preços serão de (PUTZ!)  219,99 doletas para a versão com 16 GB e 289,99 para a de 32 GB. O putz vai para o fato que a versão 16 GB custar 80 dólares a menos que a versão equivalente do iPod Touch e a de 32 custar 110 doletas a menos que o concorrente to Tio Jobs. São diferenças muito grandes, não?


10/08/2009 Posted by | Tecnologia | Deixe um comentário

Novidades + Assim caminha a Humanidade

Hello, Cosmic Brothers!

Esse post vem com o intuito de anunciar o nosso Podcast!

Estamos nos estudos finais de viabilidade técnica do mesmo, aguardem que em breve sairá o primeiro “beta” do Putzcast!

O outro ponto é: O início da série “assim caminha a humanidade”, que tratará da condição humana, da situação que se encontra o nosso povo! Pra começar, a história do nosso amigo “Geraldo”. Um belo dia, passando pelo corredor de um prédio, deparo-me com esta epístola, que ornamentava o quadro de avisos do prédio em questão:

Epístola do nosso amigo "Geraldo"

Epístola do nosso amigo "Geraldo"

Geraldo se expressa num dialeto arcaico, levemente latino; Mas para você que não entendeu nada, vamos a Tradução Simultânea!

“Para ouvir música, não precisa incomodar os vizinhos. Não são contra desde que não incomodem. A privacidade pertence a todos. Geraldo”

Que beleza! Que maravilha! Geraldo, além de tudo, se mostra um grande filósofo dos nossos dias! Reflitamos sobre a frase: “A privacidade pertence a todos”. Percebem a profundeza dessas palavras? A privacidade, apesar de ser algo particular, é direito de todos os cidadãos! Por isso, apesar de privada, é pública! Geraldo faz uma belíssima reflexão sobre a questão do público/privado, que acredito ser relevante para as discussões políticas no nosso país!

A foto, pasmem, é verdadeira! Realmente foi afixada no hall de entrada de um condomínio qualquer desse brasilzão de meu Deus. Foto tirada por mim mesmo. Aguardem mais diagnósticos de como caminham nossos contemporâneos!

Não se esqueçam de comentar, e aguardem pelo Putzcast!

10/08/2009 Posted by | Humor, Podcast | 5 Comentários

Fones Bluetooth Stereo

Andar por aí ouvindo música é bom, mas ouvindo música com fio do fone atrapalhando/dando mal contato/arrebentando já não é tão bom assim. Para resolver isso é simples. Um fone sem fio!

Nokia BH-503. Lindão, não?

Bluetooth
Como já dizia o pessoal do “The Big Bang Theory”, tudo fica melhor com bluetooth. É uma tecnologia de transmissão de dados sem fio e barata, de baixo consumo e curto alcance. A idéia é uma conexão para que portatéis como celulares e seus acessórios (ou enfeites de cabelo em forma de flor…) se comuniquem sem um consumo abusivo de energia e sem levantar o preço deles (isso lá no mundo real). O alcance varia. Equipamentos classe 1 tem alcance de 30 metros e classe 2 de 10 metros. Dificilmente você irá usar dois equipamentos classe 1 ao mesmo tempo (celulares por exemplo, são classe 2 e adaptadores usb para computadores, classe 1), então pense pequeno e não abuse dos 10 metros nominais. Digo nominais por que aqui em casa nunca passou de 8…e com boa conexão…3 metros no máximo.

Adaptador  USB Bluetooth. 10 reais com Mastercard (no Mercado Livre...)

Bluetooth Stereo

Voltando a questão “você andando com um fone menos incômodo”, o bluetooth stereo envia audio numa conexão sem fio de um celular ou computador para um fone de ouvido ou o som de um carro, por exemplo. Dependendo do modelo é possível ouvir áudio de mais de uma fonte, como ouvir música do computador enquanto atende uma chamada no celular, conectando aos dois ao mesmo tempo. Nem todos os modelos tem todas as funcionalidades que o bluetooth oferece. Muitos não trocam de música e não se conectam com mais de um equpamento ao mesmo tempo. Mas ainda assim são interessantes. Existem vários modelos no mercado, com formatos para todos os gostos e credos.

Há várias opções de formatos. Esse é um Triton BH-102 AX

Para se conectar a um fone bluetooth, não basta seu celular ter bluetooth, ele tem que ter também suporte a A2DP (Advanced Audio Distribution Profile). Também são encontrados fones com controles para avançar, pausar e pular músicas. Estes só funcionaram plenamente em celulares com suporte a AVRCP (audio/video remote control profile). Cheque no site do fabricante. As vezes é nescessário atualizar o firmware do celular (atualizar ele via PC-Suite).
Geralmente os fones bluetooth stereo tem uma bateria recarregável que pode dura em alguns modelos 15 horas de uso e 9 dias de stand-by (ligados mas sem tocar música), tempo pacas.
Nâo sei quanto a vocês, mas eu gostei e comprei um. O preço anda meio salgado (tive que rodar muito pra achar um Nokia BH 501 por 130 reais. O preço varia mais de 100%) mas é muito interessante para quem gosta de uma boa música.

09/08/2009 Posted by | Tecnologia | Deixe um comentário

Albuns Para Escutar de Cabo a Rabo #1

Hello, Cosmic Brothers!

Estou começando hoje esta nova série, a “Albuns para se escutar de cabo a rabo”, dedicada a aqueles discos que não tem jeito. Você tem que escutar da primeira a última faixa, e todas tem uma qualidade acima do normal!

Para começar, o álbum escolhido é o Lights and Sounds, da banda americana de punk rock Yellowcard!

lights-and-sounds

Antes, de falarmos sobre o álbum em si, um pouco de história. O Yellowcard é uma banda de Jacksonville, na flórida, que iniciou suas atividades em 1997. Quando ela começou a aparecer na mídia, em 2003, ela já era no mínimo interessante: o som era bem pop-punk, que estava muito em voga na época. Mas em meio a tantas coisas ruins, o Yellowcard já tinha lá os seus diferenciais. Pra começar, Longineu Parsons III (que nome de aristocrata…), o baterista, era conhecido na cena musical de sua região por ser baterista de algumas bandas de jazz (e abre aspas, o cara é um ótimo baterista…). Além disso, Sean Mackin, subia ao palco portando seu violino. Isso mesmo, você não leu errado, um VIOLINO, que fazia as vezes de uma terceira guitarra. Por mais estranha e improvável que possa parecer essa combinação de pop-punk+baterista de jazz+violinista até que dava certo. Esse foi o mote do álbum Ocean Avenue, de 2003. Mas ainda assim, o Yellowcard tinha tudo pra arrebanhar alguns fãs, que os seguiriam cegamente seja lá por onde fossem, e sumisse da mídia e dos grandes shows, se mantendo semi-viva, assim como ocorreu com várias bandas dessa época.

Mas, eis que em 2006, a banda lança esse álbum, que os levou a outro nível, o já citado Lights and Sounds!

O Lights and sounds levou a banda a outro nível, como já disse, pois fugiu do pop-punk alegrinho do álbum anterior, que os tornou relativamente conhecidos. Nesse álbum, eles mostraram quem eram de verdade. O álbum é bem mais denso, mais pesado, com uma atmosfera mais “pra baixo”, se é que se pode dizer assim. As guitarras estão mais encorpadas, o violino deixou de atuar como uma terceira guitarra, e entrou com harmonias belíssimas, e o nosso amigo batera de jazz, tá tocando mais do que nunca.

O álbum abre com “Three Flights Up”, uma pequena introdução instrumental, com piano e violino, que vai aumentando, aumentando, até cair no riff da próxima música, a ótima “Lights and Sounds” (que virou single, e foi o carro-chefe das vendas do álbum), que é mais agitada, lembrando algumas coisas do álbum anterior, mas bem mais sombrio. Todas as músicas são ótimas, e vão levando o cd muito bem, de forma que você realmente escuta ele de cabo a rabo. Vale destacar algumas músicas, como “City of Devils”, que mostra porque o violino é indispensável no Yellowcard. “Two weeks for twenty” é a menos boa, mas ainda assim não é nada que atrapalhe o brilho deste álbum. “Words, Hands, Hearts” tem a melodia e a letra mais bonitas do álbum, e “How I Go” é lindíssima, com uma orquestração muito bacana, e com a participação da mocinha do Dixie Chicks (que agora esqueci o nome… perdão mocinha do dixie chicks…), que tem uma bela voz! Para finalizar, o álbum fecha com “Holly Wood Died”, que é uma ótima música, e no fim dela, você vai percebendo o riff de “Three Filghts Up” que abriu o álbum, aumentando vagarosamente, até o álbum terminar como começou… com o piano e o violino, que fecham maravilhosamente bem esta obra-prima!

Faixas:
(O álbum é para escutar do início ao fim, mas para os preguiçosos, ou os que só querem conhecer mais, as melhores músicas estão em negrito)

  1. “Three Flights Up” (Key, Mosely, Mackin) – 1:23
  2. “Lights and Sounds” – 3:28
  3. Down on My Head” (Key, Mosely) – 3:32
  4. “Sure Thing Falling” – 3:42
  5. City of Devils” – 4:23
  6. “Rough Landing, Holly” – 3:33
  7. “Two Weeks from Twenty” (Key, Mosely) – 4:18
  8. “Waiting Game” – 4:15
  9. “Martin Sheen or JFK” – 3:47
  10. “Space Travel” (Key, Mosely) – 3:47
  11. “Grey” – 3:00
  12. Words, Hands, Hearts” – 4:24
  13. “How I Go” (Key, Mosely) – 4:32
  14. “Holly Wood Died” – 4:39

Ah, e para fechar, segue o link no youtube do clipe de “Rough Landing, Holly”, que é muitíssimo bem feito: http://www.youtube.com/watch?v=6DRh1EyvPHw

E galera, não se esqueçam de comentar, e aguardem mais posts desta série e de outras em breve!

07/08/2009 Posted by | Música | 3 Comentários

Guitarra USB

Quem é guitarrista provavelmente já sofreu tentando plugar o instrumento direto à entrada de som do PC ou Mac para gravar riffs e solos. Enquanto as guitarras USB não se tornam padrão da indústria, já é possível deixar os pedais na mochila e transformar o micro em uma verdadeira pedaleira, com efeitos como distorção, noise gate, reverb e delay.

O responsável pela façanha é o JamLab, da M-Audio, espécie de placa de som externa que capta o som da guitarra e leva-o direto a programas de gravação como Pro Tools ou Sound Forge, ou seqüenciadores MIDI como o Cubase.

guitar1

A instalação é simples, basta seguir o assistente que vem no CD do JamLab e pronto. O equipamento, menor e mais leve que os clássicos pedais de guitarra, tem uma entrada para o instrumento e uma saída para fones de ouvido. Inclusive, esta é uma confusão que pode acontecer nas primeiras vezes que você o usa: quando plugado à porta USB, o JamLab “rouba” o som de sua placa de som, e suas caixinhas precisarão ser conectadas à saída de som do aparelho.

Além da instalação dos drivers, o CD também vem com o programa GT Player Express, que transforma o PC em pedaleira —a versão que acompanha o JamLab, limitada, só tem efeitos de equalização, chorus, noise gate e reverb, além da distorção. O soft também permite fazer combinações com loops de bateria, variações de timbres e efeitos de pedais, além de fazer playback de músicas para você solar. Dá para tocar virtualmente junto com a banda que mais gosta ou em cima de bases feitas anteriormente, por ele, ou por terceiros.

E este é realmente o grande barato do aparelho. Conte com ele como um “assistente de ensaio” —nos testes do UOL Tecnologia, apesar de o JamLab eliminar boa parte da latência na gravação de áudio em softs como o Cubase, seu companheiro GT Player Express não substitui aquele seu velho pedal de distorção analógica da Boss, seu Pod ou mesmo sua pedaleira da Zoom. Todos têm efeitos mais convincentes e encorpados, ainda mais os que simulam amplificadores.

Para funcionar em PCs, o JamLab exige no mínimo Windows XP, processador Pentium 3 ou equivalente e 256 MB de memória RAM. No Mac, exige Mac OS X, processador G4 e 256 MB de RAM, no mínimo. O aparelho custa R$ 251 e está disponível nas principais lojas de música do país. Mais informações em www.quanta.com.br.

Fonte: Uol Tecnologia

07/08/2009 Posted by | Música, Tecnologia | 2 Comentários